10 princípios para inspirar programas com foco nas relações parentais

Para que a criança cresça sadiamente, em todos os aspectos, ela precisa de um suporte familiar, por meio de vínculos afetivos e interações positivas. Por isso, quando se fala em promover o desenvolvimento infantil, é essencial que se dê à família apoio para isso. Programas que atuam nesse sentido precisam contemplar alguns aspectos essenciais para alcançar êxito.

Para começar nossa conversa, quando falamos em família, nos referimos ao núcleo de cuidado direto da criança que, necessariamente, não precisa ser o tradicional (pai e mãe), mas qualquer adulto de referência responsável pelo dia a dia da criança e pelo seu bem-estar (só a mãe, só o pai, os avós, tios etc.).

Também vale ressaltar que como parentalidade entendemos o conjunto de atividades desempenhadas pelos adultos de referência da criança no seu papel de assegurar a sua sobrevivência e o seu desenvolvimento pleno.

Independentemente da configuração, principalmente as famílias que vivenciam situação de vulnerabilidade precisam de apoio para exercer a parentalidade positiva, administrando as questões do seu entorno para garantir o bom desenvolvimento de suas crianças.

Neste blog, já citamos políticas públicas e iniciativas bem-sucedidas com o propósito de fortalecer a parentalidade. No texto de hoje, vamos destacar 10 valores e princípios que especialistas consideram imprescindíveis à formulação e implementação de programas parentais:

  1. Os pais são os socializadores primários das crianças.
  2. Atitudes, conhecimentos, habilidades e comportamentos parentais podem ser positivamente influenciados por programas de educação parental.
  3. A parentalidade é uma habilidade aprendida que pode ser fortalecida por meio do estudo e da experiência.
  4. A educação parental é mais efetiva quando os pais participam ativamente.
  5. As relações entre pais e filhos são “aninhadas” e influenciadas por múltiplos sistemas sociais e culturais.
  6. Os programas de educação parental devem levar em conta as normas dos contextos em que se inserem e envolver pessoas interessadas e comprometidas da comunidade.
  7. Os programas devem atender as diversidades dos pais.
  8. Os programas precisam promover práticas educativas parentais positivas utilizando uma diversidade de métodos.
  9. Os programas de educação parental devem identificar as necessidades dos pais e das crianças.
  10. Os programas de educação parental têm de promover o empoderamento e autoconfiança dos pais.

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