Cuidado! Alguns alimentos podem causar engasgos nas crianças

Não custa prevenir. Por isso, neste post destacamos informações sobre uma pesquisa que levantou quais alimentos ingeridos pela criança são campeões de consultas aos pronto-atendimentos de hospitais e postos de Saúde.

A matéria foi publicada pela revista Crescer, sobre um estudo da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, que identificou os principais alimentos que mais provocaram engasgos em crianças e pré-adolescentes (de 2001 a 2009, nos prontos-socorros locais).

A campeã de engasgos é a bala dura, seguida por outros tipos de balas. O leite também já foi responsável por muito corre-corre ao médico.

Entre um a dois anos é quando o problema começa a se manifestar, porque é a fase que os pais dão de tudo para seus filhos.

Doces, como sabemos, devem ser evitados, especialmente porque contêm açúcares nocivos à criança. Mas o leite é importante à alimentação. Por isso, o jeito como a criança se alimenta faz toda a diferença.

Veja estas dicas para prevenir engasgos, que replicamos da matéria da Crescer:

• A criança deve comer sempre sentada: não dá para brincar, correr ou andar ao mesmo tempo em que se mastiga ou se bebe alguma coisa.
• Quando há crianças de faixas etárias diferentes à mesa, é preciso ficar de olho! O menor pode pegar uma comida diferente do prato do maior, ou algum pedaço grande demais.
• Desde cedo, é importante ensinar a criança a mastigar direito antes de engolir, assim como criar um ambiente de tranquilidade na hora das refeições.
• O ideal é deixar o bebê pequeno o mais quieto quanto for possível por pelo menos 1 hora e meia, depois da mamada. Eles devem ficar inclinados em um ângulo de 30° para evitar o refluxo. Coloque um travesseiro debaixo do colchão ou eleve os pés do berço pelo menos 10 centímetros.
• Não force a alimentação da criança. Nada de ficar perseguindo o seu filho com o prato de comida nas mãos, querendo enfiar uma colherada de comida na boca dele.
• Se a criança engasga com frequência, vale verificar se ela não apresenta nenhum outro problema, como refluxo gastroesofágico.
• Para crianças menores, só ofereça talos de vegetais cozidos, que são mais macios que os crus e não se partem com tanta facilidade quando mordidos. Na dúvida, peça orientação ao pediatra para saber até que idade é necessário cortar os alimentos ou desfiar a carne em pedaços apropriados.
• Nunca deixe a criança comendo sozinha. Sempre esteja próximo e atento.

Compartilhe com os pais e aproveite para ler a reportagem completa no site da revista, onde há uma tabela que indica quais alimentos merecem especial cuidado para garantir o bem-estar da criança.

Fonte: Revista Crescer (18/3/2016)

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