Por que é importante sua empresa adotar a licença-paternidade estendida?

O benefício de vinte dias de licença para pais está previsto no Marco Legal da Primeira Infância, sancionado em março de 2016. Não é obrigatório. Porém, para quem realmente se importa com o fortalecimento da Primeira Infância (período que vai da gestação aos seis anos), essa medida é essencial. Saiba por quê.

Os motivos para aderir ao benefício são vários. Reunimos aqui alguns deles*, só para começar a nossa conversa:

Fortalece a amamentação
Nos primeiros vinte dias, mãe e bebê estão se adaptando a uma nova rotina. A amamentação pode não ser simples para uma boa parte das mães. Por isso, o apoio do pai é fundamental. Mãe e bebê se sentem mais seguros e a rotina das mamadas tende a ser melhor.

Favorece a melhor divisão das tarefas
Pai e mãe têm seus papéis. O pai não é ajudante da mãe. Ele tem responsabilidades com a casa e com o filho. Esse compartilhamento de tarefas é muito saudável para toda família e não sobrecarrega ninguém.

Motiva a funcionário
Para o pai que passa por todo o processo da gestação da parceira, do parto, voltar para o trabalho cinco dias depois do nascimento de seu filho, sabendo que as coisas em casa ainda não entraram nos eixos, pode interferir na produtividade, na concentração. Conceder vinte dias tende a ajudar esse pai a se organizar e assumir suas atividades profissionais com mais segurança e menos preocupações, o que reflete nos resultados da empresa.

Economiza gastos públicos com Saúde
A presença dos pais por mais tempo em casa acaba por incentivar o aleitamento materno. Isso significa fortalecer a imunidade dos bebês, evitando infecções, alergias e outras doenças que, todos os dias, levam crianças para postos de saúde e hospitais públicos. Os bebês ficarão mais fortes, as famílias mais seguras e a Saúde pública terá menos gastos. Todo País ganha com isso.

Tem incentivo fiscal
Sua empresa ainda não está cadastrada no programa Empresa Cidadã? Além de estender a licença-paternidade, pelo programa você também pode conceder seis meses de licença-maternidade a suas funcionárias gestantes. A restituição dos dias concedidos a mais será feita por meio de descontos no imposto de renda. Informe-se a respeito. Clique aqui para ter outras informações.

Gera baixo impacto econômico
O País não terá prejuízos se a sua empresa conceder a licença-paternidade de vinte dias. Se a maioria das empresas adotasse a proposta, o custo seria de R$ 99 milhões por ano, o que equivale a 0,009% da arrecadação federal, ou seja, “gasto” mínimo, mas um investimento imenso.

As vantagens dos pais ficarem em casa com seus filhos nos primeiros dias de vida são muitas. Por isso, algumas empresas foram além.

A Natura, por exemplo, passou a conceder quarenta dias de licença-paternidade. Já, a sede do Twitter no Brasil acabou de instituir vinte semanas (cerca de cinco meses) aos pais, seguindo a tendência da empresa em várias partes do mundo.

Vale a pena ler ou reler o post “Os avanços da licença-paternidade de vinte dias” para conhecer outras corporações que adotaram o benefício.

Este vídeo também é bacana e esclarecedor.

Você conhece outras empresas que aderiram à ideia? Conte aqui pra gente. Vamos divulgar e estimular aqueles que querem, como nós, uma infância mais saudável e feliz para toda e qualquer criança.

*Fonte: Catraquinha 

 

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